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F.A.Q. - Perguntas Freqüentes sobre
Obesidade Infanto-Juvenil
1. Quais são as principais causas da obesidade em crianças e adolescentes?
Predisposição genética, hábitos alimentares errados e sedentarismo são as principais, mas a obesidade infanto-juvenil também pode estar relacionada a causas metabólicas ou endócrinas (apenas 10% dos casos). Estudos populacionais mostraram que 80% das crianças de pais obesos tornaram-se obesas. Esse número baixou para 40% quando apenas um dos pais estava acima do peso e para 7% quando nenhum dos dois tinha problemas de obesidade. Por isso, se há gordinhos na família, cuide desde cedo da alimentação do seu filho e faça com que ele se exercite regularmente.
2. Por que a obesidade infantil é tão atacada? Criança gordinha não é sinal de criança saudável?
Absolutamente não. Essa imagem de “gordura sadia” é do tempo em que a desnutrição era o grande problema de saúde pública. Atualmente, o que causa preocupação é a alta taxa de obesidade da população (conforme dados do Ministério da Saúde, 32% da população adulta brasileira, maior de 18 anos, está com excesso de peso). Entre as crianças e adolescentes, esse percentual já é de 15%. Além de causar transtornos psicológicos como ansiedade e depressão (a criança obesa normalmente é discriminada pelos colegas), a obesidade acarreta uma série de doenças. Além disso, é na infância que o excesso de peso provoca um aumento irreversível do número de células de gordura, que irão acompanhar o indivíduo pelo resto da vida.
3. Quais são as doenças relacionadas à obesidade infantil?
As mesmas que atingem os adultos, a curto e a longo prazo: lesões ortopédicas e musculares, problemas de pele, acantoses, manchas e estrias, diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, hipertensão arterial e apnéia do sono, além de vários tipos de câncer (mama, útero, ovário, intestino grosso, próstata, cólon, endométrio e vesícula biliar).
4. Por que é importante combater a obesidade ainda na infância?
Porque quanto mais tarde, mais difícil fica perder peso e maiores são as chances dessa criança tornar-se um adulto obeso, com todos os problemas que a doença acarreta. Estudos comprovam que a chance de uma criança obesa virar um adulto com excesso de peso é de 40%. Já entre os adolescentes, a probabilidade é de 75%. E é nessa fase infanto-juvenil que o aumento de células gordurosas se torna irreversível, acompanhando o indivíduo pelo o resto de sua vida. Também é mais fácil prevenir a obesidade infantil do que tratá-la, pois somente 20% das crianças obesas terão resultados positivos com o tratamento.
5. Qual é a melhor forma de combater a obesidade infantil?
Prevenindo-a, por meio da adoção de uma alimentação saudável e equilibrada e da prática regular de exercícios físicos. Dietas muito restritivas são desaconselháveis para crianças, pois seu organismo está em crescimento e a falta de algum nutriente pode afetar sua formação. E mais: não só a criança, mas toda a família precisa ter uma alimentação e um estilo de vida mais saudável. A criança precisa de exemplos.
6. Como saber se meu filho está obeso?
Você deve acompanhar, junto com o pediatra, o processo de crescimento da criança, verificando se estão dentro dos limites normais de peso e altura. Não é porque seu filho ganhou uns quilinhos que ele está obeso. Clique aqui para avaliar o crescimento de seu filho.
7. Meu filho de 3 anos come vorazmente tudo o que lhe é oferecido. Devo me preocupar?
Depende do ritmo do ganho de peso e de altura. A criança pode comer vorazmente, mas estar com o peso dentro dos limites esperados para sua idade e altura. Consulte o pediatra e avalie a criança com mais freqüência.
8. Um pré-adolescente gordinho pode ficar esbelto depois de entrar na puberdade?
Há grandes chances, dependendo do quanto ele está “gordinho”. É normal o pré-adolescente ganhar mais peso nessa fase, pois seu corpo está se preparando para o estirão da puberdade, momento em que sua altura aumenta muito rapidamente. Mas se durante esse período (o último em que há grandes mudanças corporais) a correção do peso não aconteceu e o adolescente continuou obeso, está mais do que na hora de partir para um tratamento sério.
9. Meu filho está obeso e não quer ouvir falar em regime. Como devo agir?
Em primeiro lugar, você deve ter muita paciência com ele e aos poucos ir explicando, de forma simples e focada no presente, como a obesidade pode atrapalhar a vida dele: fica mais difícil de brincar, tem que agüentar os apelidos maldosos dos amiguinhos, há grandes chances de ficar doente e aí sim não poder comer um monte de coisas gostosas, e assim por diante. Deixe claro que um regime não significa cortar tudo o que ele mais gosta de comer (como doces, refrigerantes e salgadinhos), mas sim diminuir a quantidade e a freqüência desses alimentos. Também mostre para ele como pode ser divertido praticar um esporte. Mas principalmente, dê a ele muito apoio e evite repreendê-lo em público ou durante as refeições. Ele não é obeso porque quer e sim porque, muito possivelmente, teve uma educação alimentar equivocada. Por isso, o apoio emocional dos pais é fundamental para mudar os hábitos alimentares a que ele está acostumado há anos. Se você quer que ele tenha uma alimentação saudável, também deve dar o exemplo. E se um dos pais ou ambos forem obesos é preciso tratá-los primeiro e só depois começar a cuidar da criança.
10. Existe algum remedinho para ajudar meu filho a emagrecer?
Eles devem ser evitados ao máximo e só são recomendados pelos médicos quando o risco da obesidade para a saúde da criança é muito grande e todos os outros métodos de tratamento (dieta e exercícios físicos) falharam. Insista na dobradinha dieta e atividade física diária e controle a alimentação do seu filho.

Eis algumas dicas para ajudá-lo a se controlar:
• Estabeleça horários certos para as refeições (as principais e os lanches), evitando as beliscadas;
• Diminua, aos poucos, a quantidade de alimento oferecido; não deixe que ele coma vendo TV ou em frente ao computador;
• Separe a comida em porções e mostre a ele a quantidade oferecida;
• Ensine-o a mastigar bem os alimentos;
• Não proíba nenhum tipo de alimento, apenas diminua a porção e os dias de consumo;
• Controle a quantidade de alimentos gordurosos e limite o suco ou o refrigerante durante as refeições a no máximo um copo.
11. Posso liberar o consumo de adoçantes e de alimentos diet e light?
Não. Em relação aos adoçantes, até hoje não se sabe ao certo quais são seus efeitos a longo prazo nas crianças. O melhor a fazer é diminuir o açúcar e os doces da alimentação infantil e incentivar o consumo de frutas ao natural. Quanto aos alimentos light, eles não devem ser totalmente liberados pois, apesar da redução de calorias, gorduras e açúcares, alguns continuam contendo calorias. No caso dos doces light, eles possuem substâncias como ciclamato, sacarina e aspartame, contra-indicadas para as crianças. Já os alimentos salgados light são melhores, pois possuem menos gordura do que os tradicionais. Em relação aos produtos diet, o cuidado tem que ser maior pois, apesar de terem sua composição inicial alterada em algum nutriente, eles não apresentam, necessariamente, redução calórica. Caso você queira usar esses produtos na dieta de seu filho, peça orientação ao pediatra.
12. Quais são as atividades físicas mais indicadas para uma criança obesa?
Exercícios de baixo impacto, que não forcem as articulações: caminhadas, natação, hidroginástica, bicicleta e esteira são alguns deles. O ideal é que as atividades sejam diárias, indicadas e acompanhadas por profissionais especializados, respeitando as limitações que o excesso de peso traz para o corpo. A criança deve evitar, mesmo na aula de educação física da escola, participar de corridas, pular corda, fazer polichinelo e agachamento, exercícios que forçam as articulações e os tendões, podendo provocar lesões. Além disso, sua capacidade respiratória e cardiovascular é mais limitada, por isso não espere resultados iguais aos das crianças com peso normal. Mas se as atividades indicadas não são as preferidas, peça que ela tenha paciência, pois com o tempo, irá ganhar mais mobilidade e então poderá escolher outra que a agrade mais. Mas atividade física não se limita a freqüentar uma academia diariamente. Sair para passear a pé, levar o cachorro para dar uma volta, utilizar menos o elevador e caminhar até a banca ou até a padaria já é um bom começo.
13. Devo cortar a gordura da alimentação de uma criança obesa?
Não, pois ela é fundamental para o crescimento e desenvolvimento da criança. As gorduras são excelentes fontes de energia e tem papel vital no organismo, atuando na formação do sistema nervoso, na manutenção da temperatura do corpo e na produção dos hormônios sexuais. São encontradas, em sua maioria, nas carnes e nos óleos vegetais. Sua importância é tão grande que a Academia Americana de Pediatria condena a redução da gordura nas dietas das crianças. A falta desse nutriente pode causar desnutrição, crescimento lento e uma baixa síntese de proteínas. Se a restrição é prejudicial, o excesso pode causar obesidade e aumentar os riscos dessa criança desenvolver doenças cardiovasculares na idade adulta. Por isso, cautela com esse nutriente. Crianças obesas de 1 a 3 anos podem consumir cerca de 36 g por dia; entre 4 e 6 anos, a ingestão aumenta para 50 g; de 7 a 10 anos, vai para 55 g; de 11 a 14 anos, pula para 65 g e de 15 a 18 anos chega a 72 g diárias.

É importante que haja o consumo dos três tipos de gordura:
• Saturada em menor quantidade (encontradas em alimentos de origem animal como carne, leite, gema de ovo e manteiga);
• Monoinsaturadas (abacate, azeite de oliva, nozes e óleo de canola);
• Poliinsaturadas (maionese, margarina, peixe e óleos de soja, milho e girassol).
14. Uma dieta rica em fibras ajuda a emagrecer?
Sim, pois por reterem líquido, incham, dando ao estômago a sensação de que está cheio. Com isso nos sentimos satisfeitos mais rapidamente e comemos menos, aumentando os intervalos das refeições. Mas, apesar de ajudarem, uma dieta rica em fibras, sozinha, não é suficiente para quem quer perder peso. E em excesso, as fibras podem até surtir um efeito contrário: dilatam o estômago, aumentando nossa vontade de comer.
15. A partir de qual idade uma cirurgia para perda de peso é recomendada?
Geralmente, as diretrizes aceitas peia Sociedade Americana para Cirurgia Bariátrica e Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, indicam a cirurgia apenas para pessoas a partir dos 18 anos ou mais.

A cirurgia em raríssimas exceções já foi realizada em pacientes de 16 anos e menos.

Há uma grande preocupação de que pacientes jovens possam não ter atingido o total desenvolvimento ou maturidade emocional, para tomar este tipo de decisão.

É importante que os pacientes jovens ao fazer a cirurgia tenham um total entendimento do comprometimento ao longo da vida com a alimentação alterada, e as mudanças de estilo de vida necessárias para o sucesso.
Fonte das Informações:
Área de Pesquisa da
Clínica de Cirurgia da Obesidade e Aparelho Digestivo
 
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